“Recebe, ó meu Deus, a gratidão incontida de minha alma pela mãe que Tu me deste, sem que eu merecesse. Ajuda-me a seguir sempre seus conselhos e a conduzir-me segundo os ensinamentos ministrados por ela, pois que eles são os Teus ensinos e originam-se na Tua Palavra.”E o dia do amor no coração... Justo é pois, que o mundo cristão se detenha em instante para dedicar ao ente que nos deu a vida um pensamento de ternura, um tributo de consideração, uma homenagem de amor...
O Dia das Mães é o ano inteiro num só dia, porque todos os dias e todas as noites são das mães: sofredoras, plenas de resignação, que carregam o mundo nos ombros por amor aos filhos..., que rompem os vínculos da dor e se dão em holocausto pelo fruto de seu amor. O Dia das Mães contam-se pelos nossos dias, pelos dias de nossa vida. Elas são tão leves que a gente nem percebe a sua presença. Estão sempre ao nosso redor, como o ar, a luz e o calor. E não nos damos conta disso! Mas um dia, quando elas vêm a faltar, então sim, é como se tudo nos fosse tirado...
Por isso, nesse dia, nossos corações não experimentam todos a mesma alegria, uma vez que uns podem abraçar sua mãe ou escrever-lhe uma cartinha, enquanto que outros apenas possuem uma recordação saudosa da fisionomia materna.
Mesmo assim, o Dia das Mães é o dia do amor...
Conta antiga lenda que certa ocasião um anjo desceu do céu para visitar os campos e as cidades. Ao pôr-do-sol disse: “Devo voltar ao mundo da luz, mas levarei algumas recordações de minha visita... Assim, passando por um jardim, pensou: - “Que belas e fragrantes são as flores... apanharei algumas delas, farei um belo ramalhete... mas, passando por uma casa de campo, viu uma linda criança, de faces rosadas, que sorria para a mãe...” Disse o anjo:
- “O sorriso desta criança é muito mais lindo que estas rosas,... levá-lo-ei também... porém, volvendo os olhos para o lado do berço, viu o rosto da mãe iluminado de amor e notou que ela beijava o filhinho...” Disse o anjo:
- “ Oh! O amor dessa mãe é a coisa mais bela que tenho visto em todo mundo, devo levá-lo também...” quando porém, chegou às portas eternas viu que as flores haviam murchado... O sorriso da criança se transformado em pranto... e que somente o amor de mãe permanecia imutável... Deteve-se diante do trono, com aquele tesouro!!!
“Aqui, disse o anjo, está a única coisa que encontrei sobre a terra, que reteve sua fragrância e beleza no caminho para o céu... A coisa mais sublime, mais bela e duradoura em todo o mundo – é o amor de mãe...”
Este é o amor que não recua diante de perigo algum, nem reconhece sacrifícios. Amor que tudo compreende, tudo perdoa, tudo desculpa... Amor que não se esgota, amor que não se cansa, amor que não muda...
A mãe é a sacerdotisa do lar, a viga-mestra da família, o pedestal soberbo da sociedade...
Nos ternos anos de nossa infância, quando eram trôpegos os nosso passos, ela nos amparou com incansável solicitude – ensinou-nos a primeira prece..., enxugou-nos a primeira lágrima e nos ministrou as lições que nos orientavam na vida incutindo em nosso ser, os princípios fundamentais de um viver nobre.
Nenhum vulto histórico atingiu as culminâncias da glória sem que a mola propulsora do esforço materno o impelisse.
É que o homem não podido se elevar acima do ideal que sua mãe soube gravar no seu coração...
“Tudo que sou e espero ser, dizia Lincoln, devo a esse anjo, minha mãe!”
“Os homens são o que sua mãe os fizeram” – Emerson Napoleão acrescentou: “O destino da criança é obra de sua mãe...”
Por isso, queridas mães, nós as saudamos como a única expressão capaz de levantar a humanidade do lugar em que se encontra e levá-las às colinas da espiritualidade.
Mães, derramem o seu carinho sobre a nossa esperança... Dá-nos o refrigério das suas bênçãos que nos tornam prósperos...
Faze-nos felizes com o seu olhar de amor e bondade... Então recebereis dos nossos lábios uma fervorosa prece para que jamais lhes faltem o otimismo e a fortaleza cristã...
Ouça de nosso lábios a frase de Maria: Bem Aventurada! (Escrito pelo Pr. Ruy Nagel)
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